
TSE cria órgão para monitorar fake news e uso indevido de IA nas eleições
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) criou nesta semana um órgão para monitorar a divulgação de conteúdos falsos e o uso indevido de inteligência artificial nas eleições 2026. Conforme a Corte, o Conselho Consultivo sobre Integridade Informacional será composto por especialistas nas áreas de tecnologia e inteligência artificial; segurança pública e criminalidade organizada e de comunicação social, entre outras. Os especialistas que vão integrar o colegiado ainda serão definidos e não receberão remuneração. Entre outras atribuições, o conselho deverá assessorar o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, em ações contra a desinformação no período eleitoral. E também:
acompanhar o uso indevido de IA no ambiente digital, além das campanhas; sugerir parcerias com universidades, empresas e sociedade civil; incentivar ações de educação digital e combate à desinformação. Agora no g1 Os integrantes do conselho ainda serão definidos pelo TSE. As reuniões do colegiado ocorrerão pelo menos uma vez por mês até dezembro. O presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, em imagem de arquivo Antonio Augusto/TSE
O TSE criou nesta semana o Conselho Consultivo sobre Integridade Informacional. O órgão monitorará conteúdos falsos e uso indevido de IA nas eleições 2026.
O colegiado será composto por especialistas em tecnologia, inteligência artificial, segurança pública, criminalidade organizada e comunicação social.
Os integrantes, ainda não definidos, não receberão remuneração. O grupo assessorará o presidente do tribunal, Kassio Nunes Marques, contra a desinformação.
As reuniões do conselho ocorrerão pelo menos uma vez por mês até dezembro.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) criou nesta semana um órgão para monitorar a divulgação de conteúdos falsos e o uso indevido de inteligência artificial nas eleições 2026.
Conforme a Corte, o Conselho Consultivo sobre Integridade Informacional será composto por especialistas nas áreas de tecnologia e inteligência artificial; segurança pública e criminalidade organizada e de comunicação social, entre outras.
Os especialistas que vão integrar o colegiado ainda serão definidos e não receberão remuneração.
Entre outras atribuições, o conselho deverá assessorar o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, em ações contra a desinformação no período eleitoral. E também:

