
STF dita o ritmo da campanha: Master, emendas, Rio e INSS nas mãos de três ministros
O Supremo Tribunal Federal voltou do recesso com um conjunto de processos capazes de alterar o rumo de disputas estaduais e da corrida presidencial: o caso do Banco Master, as investigações sobre emendas parlamentares, os desdobramentos políticos no Rio de Janeiro e a apuração das fraudes no INSS.
Nas mãos de três ministros estão despachos que podem determinar afastamentos, quebras de sigilo e novas fases de operações da Polícia Federal — cada um deles com efeito direto sobre candidaturas já formalizadas nas convenções.
A dinâmica inverte a lógica tradicional: em vez de o Judiciário reagir ao debate político, é o calendário de decisões judiciais que passa a pautar o discurso de campanha.
Para o eleitor, o efeito prático é uma disputa em que fatos novos podem surgir a qualquer momento, inclusive depois do registro das candidaturas.
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