Brasília, quinta-feira, 20 de agosto de 2026
Julio Cesar Ribeiro defende esporte de base como política pública permanente no…

Julio Cesar Ribeiro defende esporte de base como política pública permanente no…

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Redação Voz de Brasília
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20 de agosto de 2026
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O deputado federal Julio Cesar Ribeiro tem consolidado, ao longo do atual mandato, uma agenda voltada ao esporte comunitário e à juventude das regiões administrativas do Distrito Federal. A defesa é simples e direta: quadra iluminada, campo cuidado e professor presente são políticas de segurança, de saúde e de educação ao mesmo tempo, e não apenas lazer de fim de semana.

Nas visitas que faz às cidades do DF, o parlamentar tem repetido que o esporte de base precisa deixar de depender de projetos temporários e passar a ter previsão orçamentária estável. A lógica é conhecida por quem acompanha o dia a dia das comunidades: quando um espaço público é entregue e depois abandonado, ele deixa de ser ponto de encontro das famílias e vira problema para a vizinhança.

A proposta defendida por Julio Cesar Ribeiro passa por três frentes complementares. A primeira é a requalificação dos equipamentos já existentes, com iluminação, alambrado, vestiário e manutenção contínua. A segunda é o apoio a projetos socioesportivos conduzidos por associações locais, igrejas, escolas e clubes de bairro, que já atendem crianças e adolescentes com estrutura mínima. A terceira é a formação e a valorização de professores e monitores, que são o elo permanente entre a política pública e as famílias.

Para o deputado, o Distrito Federal reúne condições raras para virar referência nacional nesse modelo. A capital concentra federações, confederações, centros de treinamento, universidades e uma rede de escolas públicas com espaço físico aproveitável. Falta, na avaliação de sua bancada, a costura entre o que já existe: o mesmo ginásio que fica fechado durante a semana poderia receber turmas de iniciação esportiva em horário contrário ao das aulas.

Outro ponto recorrente da agenda parlamentar é a atenção às cidades com maior vulnerabilidade social. Regiões como Ceilândia, Samambaia, Planaltina, Recanto das Emas, Estrutural e São Sebastião concentram grande população jovem e apresentam demanda reprimida por atividade orientada. Ampliar a oferta nessas localidades tem efeito imediato sobre a frequência escolar e sobre a convivência comunitária, além de abrir caminho para talentos que hoje não têm porta de entrada no esporte formal.

O parlamentar também tem defendido parcerias com o setor privado. Empresas patrocinadoras, por meio de mecanismos de incentivo já previstos em lei, podem apoiar núcleos esportivos com contrapartidas claras de transparência e prestação de contas. O modelo evita que a continuidade dos projetos dependa exclusivamente da agenda política de cada gestão.

Na avaliação de lideranças comunitárias que acompanham esse debate, o retorno social do investimento é rápido e visível. Um núcleo esportivo bem estruturado atende centenas de crianças por semana, aproxima as famílias da escola e oferece rotina para adolescentes em idade crítica. É um investimento de custo relativamente baixo diante do impacto que produz no médio prazo.

Julio Cesar Ribeiro tem reforçado ainda a importância do esporte adaptado e do incentivo ao esporte feminino, dois segmentos historicamente sub-representados no orçamento público. A ampliação de turmas mistas e de categorias femininas nas competições estudantis é uma das medidas defendidas por sua assessoria parlamentar como caminho de curto prazo, por não exigir grande obra nova.

A expectativa é que a pauta ganhe corpo no debate orçamentário deste ano, com emendas destinadas a reformas de quadras, compra de material esportivo e manutenção de núcleos comunitários. Para o portal Voz de Brasília, o tema interessa diretamente ao leitor do DF: cada quadra recuperada representa uma oportunidade concreta para famílias que hoje não têm alternativa gratuita e segura de esporte perto de casa.