
Eleições no DF: Rico Pinheiro declara R$ 4,3 milhões em bens; vice informa R$ 500 mil
Rico Pinheiro (PRTB), em imagem de arquivo. Redes Sociais/Reprodução O candidato ao governo pelo PRTB, Rico Pinheiro, declarou R$ 4.380.000,00 em bens à Justiça Eleitoral. A vice, o Cristiane Barros, declarou R$ 500.000,00. Somados, os bens dos integrantes da chapa chegam a R$ 4.880.000,00. Em 2018, quando concorreu ao cargo de deputado estadual por Amapá, não declarou bens. Entre os bens do candidato, a maior parte está em participações societárias. Os números estão disponíveis no pedido de registro de chapa feito ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O pedido ainda será analisado pelo tribunal. O protocolo não significa que a candidatura já tenha sido deferida: cabe à Justiça Eleitoral verificar a documentação, as condições de elegibilidade e eventuais contestações. Os partidos têm até as 19h do dia 15 de agosto para formalizar o envio das candidaturas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os bens declarados de Rico Pinheiro Nos documentos entregues ao tribunal, Belmonte declara os seguintes bens: Outras participações societárias: R$ 1.800.000,00 Quotas ou quinhões de capital: R$ 2.500.000,00 Veículo automotor terrestre: caminhão, automóvel, moto, etc: R$ 80.000,00 Vice declara meio milhão A candidata à vice, Cristiane Barros, declarou R$ 500 mil. Compõem o patrimônio imóveis e participações societárias. Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.
**Eleições no DF: Rico Pinheiro declara R$ 4,3 milhões em bens; vice informa R$ 500 mil à Justiça Eleitoral**
Brasília, DF – O candidato ao governo do Distrito Federal pelo PRTB, Rico Pinheiro, declarou à Justiça Eleitoral um patrimônio total de R$ 4.380.000,00. Sua vice na chapa, Cristiane Barros, informou bens que somam R$ 500.000,00. Juntos, os integrantes da chapa do PRTB que concorre ao governo do DF totalizam R$ 4.880.000,00 em bens declarados, conforme o pedido de registro de chapa enviado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A maior parte do patrimônio do candidato principal está concentrada em participações societárias.
Esta é a primeira vez que Rico Pinheiro declara bens em uma eleição, o que gera um contraste significativo com sua última participação eleitoral. Em 2018, quando disputou o cargo de deputado estadual pelo Amapá, o candidato não havia declarado nenhum bem à Justiça Eleitoral. A mudança no volume patrimonial em um período de quatro anos é um dos pontos que pode ser observado durante a análise da candidatura pelo TSE.
Os dados detalhados do patrimônio de Rico Pinheiro revelam a composição de seus bens. A maior parcela, R$ 2.500.000,00, corresponde a quotas ou quinhões de capital. Outras participações societárias somam R$ 1.800.000,00. Além disso, o candidato possui um veículo automotor terrestre, que pode ser um caminhão, automóvel, moto, ou similar, avaliado em R$ 80.000,00. Estes valores são fundamentais para os eleitores que buscam transparência sobre a situação financeira dos postulantes a cargos públicos.
Já a candidata à vice-governadora, Cristiane Barros, declarou um patrimônio de meio milhão de reais, especificamente R$ 500.000,00. Os bens que compõem o patrimônio da vice incluem imóveis e participações societárias, mostrando uma diversificação em sua composição financeira. A declaração de bens é um requisito legal para todos os candidatos e visa garantir a publicidade e a lisura do processo eleitoral.
É crucial destacar que o pedido de registro de chapa, que inclui as declarações de bens, foi feito ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mas ainda passará por rigorosa análise. O protocolo da candidatura não assegura sua deferimento imediato, sendo um passo inicial no processo. A Justiça Eleitoral tem a responsabilidade de verificar toda a documentação apresentada, as condições de elegibilidade dos candidatos e, se for o caso, analisar eventuais contestações que possam surgir.
A apresentação das candidaturas e suas respectivas declarações de bens segue um cronograma estabelecido pela Justiça Eleitoral. Os partidos políticos têm um prazo limite para formalizar o envio de todas as candidaturas ao Tribunal Superior Eleitoral. Este prazo final é até as 19h do dia 15 de agosto, data em que todas as chapas concorrentes deverão estar protocoladas para a devida análise e homologação.
A divulgação desses dados patrimoniais oferece aos eleitores do Distrito Federal uma ferramenta importante para avaliar os candidatos. A transparência na declaração de bens é um pilar da democracia, permitindo que a população conheça a situação econômica de quem pleiteia representá-la. Acompanhar a evolução e a composição dos bens declarados pelos candidatos pode subsidiar a decisão de voto.
A medida em que o processo eleitoral avança, a análise dessas informações se torna mais relevante. Os eleitores podem comparar o patrimônio dos candidatos com suas trajetórias políticas e profissionais, buscando consistência e coerência. A Justiça Eleitoral, por sua vez, atua como guardiã desse processo, assegurando que todas as regras sejam cumpridas e que a informação disponibilizada seja fidedigna.
A declaração de bens é, portanto, mais do que uma formalidade; é um elemento essencial para a fiscalização cidadã e para a construção de um cenário eleitoral mais íntegro e transparente no Distrito Federal. A população aguarda agora a análise final do TSE sobre a documentação e as condições de elegibilidade de Rico Pinheiro e Cristiane Barros, que permitirá a consolidação oficial da candidatura para as eleições.
Fonte: G1 DF
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