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Maioria dos aplicativos populares no Brasil não possui descrições para deficientes visuais thumbnail
Economia

Maioria dos aplicativos populares no Brasil não possui descrições para deficientes visuais

Estudo da BigDataCorp e do Movimento Web para Todos analisou 2 mil aplicativos que ultrapassaram a marca de 10 milhões de downloads no Brasil e indicou falta de acessibilidade. Smartphones possuem recurso nativo de descrição para deficientes visuais, mas aplicativos também precisam ser adaptados.
Pixabay
Entre os aplicativos populares no Brasil, com mais de 10 milhões de downloads, a maioria não possui recursos de acessibilidade como a descrição de imagens, botões e campos editáveis – funções que auxiliam pessoas com deficiência virtual.
É o que aponta um estudo da BigDataCorp e do Movimento Web para Todos, que analisou 2 mil aplicativos que ultrapassaram a marca de 10 milhões de downloads no Brasil na Google Play Store, loja de aplicativos do Android.
A avaliação, realizada na primeira semana de agosto, identificou que, em média, menos de 14% das imagens dos aplicativos disponíveis para o sistema Android possuem descrição.
Apenas 37% dos campos editáveis são identificados – caixas para escrever texto ou inserir o nome na hora de um cadastro, por exemplo.
Menos de 11% dos botões de comando estão rotulados adequadamente.
Esses elementos são essenciais para que pessoas com deficiência visual consigam navegar pelos apps com autonomia.
Com essas ferramentas de acessibilidade, uma pessoa cega ou com baixa visão consegue se guiar em um aplicativo para saber em qual campo deve colocar o endereço para a entrega de um produto, por exemplo.
Deficientes visuais relatam dificuldades com acessibilidade na internet, essencial neste período de isolamento
Embora os sistemas operacionais como o Android e iOS, do iPhone, possuam recursos de leitura de elementos da tela, a adaptação dos aplicativos ajuda que um usuário com deficiência visual compreenda a interface gráfica por meio de um texto alternativo.
Para as imagens, é recomendado incluir uma descrição. Já para os botões e campos, os rótulos explicam que se trata de um espaço para ser preenchido com os dados solicitados.
De acordo com a pesquisa, aplicativos de todas as áreas apresentam problemas de acessibilidade.
Pessoas com deficiência visual têm dificuldades no mundo on-line
Redes sociais possuem ferramentas de descrição para fotos
As redes sociais possuem opções para que os próprios usuários adicionem descrições nas imagens que publicam.
Alguns aplicativos geram um texto alternativo automaticamente para cada figura, a partir de palavras-chaves identificadas por meio de inteligência artificial.
Mas para descrições mais precisas, é necessário que o usuário faça ajustes.
As instruções para utilizar o recurso estão nas páginas de suporte do Facebook, Instagram e Twitter.
Algumas pessoas também adotam hashtags como “#PraCegoVer”, que narra as imagens pelas legendas das fotos.
Veja mais dados do estudo:
A pesquisa contou com o apoio técnico do W3C Brasil, consórcio que desenvolve padrões para a web, e do Ceweb (Centro de Estudos sobre Tecnologias Web).
Menos de 1% dos aplicativos descreve todos os elementos pesquisados e detectados pelo levantamento;
Menos de 1% descrevem todas as imagens;
4% dos aplicativos descrevem todos os seus botões;
Aproximadamente 36% incluem descrição nos campos editáveis;
63% dos aplicativos têm menos do que 10% de todos campos editáveis com alguma descrição;
55% deles possuem menos de 10% das imagens com descrição;
74% dos apps têm menos de 10% dos botões rotulados adequadamente.
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