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Economia

Ibovespa abre em alta após recorde, de olho na ata do Copom; dólar opera em queda

Principal índice da bolsa de valores subiu 0,68%, aos 131.084 pontos, novo recorde histórico. Já a moeda norte-americana caiu 0,65%, cotada a R$ 4,9047.
KEVIN DAVID/A7 PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
O Ibovespa, principal índice de ações da bolsa de valores de São Paulo, opera em alta nesta terça-feira (19), após bater recorde histórico na véspera. O destaque da agenda é a divulgação da ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), realizada na semana passada.
O Banco Central afirma que vai prosseguir no processo de corte dos juros no ano de 2024 e reforçou o recado de que é importante o governo federal seguir buscando as metas indicadas para as contas públicas. (saiba mais abaixo)
O dólar opera em queda, perto dos R$ 4,85.
Veja abaixo o dia nos mercados.
Entenda o que faz o dólar subir ou descer
Dólar
Às 10h, o dólar operava em queda de 0,82%, cotado a R$ 4,8644. Veja mais cotações.
Ontem, a moeda norte-americana fechou em baixa de 0,65%, vendida a R$ 4,9047. Com o resultado de hoje, passou a acumular quedas de:
0,65% na semana;
0,21% no mês;
7,07% no ano.

Ibovespa
No mesmo horário, o Ibovespa operava em alta de 0,38%, aos 131.579 pontos.
Na véspera, o índice fechou com alta de 0,68%, aos 131.084 pontos, renovando sua máxima histórica. Com o resultado, passou a acumular ganhos de:
0,68% na semana;
0,21% no mês;
19,46% no ano.

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O Banco Central publicou nesta terça-feira a ata do Copom, em que o BC reafirma a intensão e ritmo dos cortes de juros, e faz nova menção à importância da preservação da meta de déficit zero nas contas públicas.
“Com relação ao cenário fiscal, tendo em conta a importância da execução das metas fiscais já estabelecidas para a ancoragem das expectativas de inflação e, consequentemente, para a condução da política monetária, o Comitê reafirma a importância da firme persecução dessas metas”, avaliou o BC.
A lógica é que, sem o atingimento da meta fiscal, o governo contribui para elevar o montante de recursos disponíveis na economia – e, consequentemente, há mais dificuldade em atingir as metas de inflação fixadas para 2024 e para 2025.
A instituição reiterou a visão de que um eventual “esmorecimento” no esforço de reformas estruturais e disciplina fiscal, assim como o aumento do crédito direcionado (BNDES, rural e habitacional, com juros menores) e as incertezas sobre a estabilização da dívida pública têm o potencial de elevar a taxa de juros neutra da economia (que controla a inflação e permite crescimento do PIB).
O texto cita ainda, como consequência desse cenário, possíveis “impactos deletérios sobre a potência da política monetária [de definição da taxa de juros] e, consequentemente, sobre o custo de desinflação em termos de atividade”.
“O trecho mais importante na ata é quando o Copom destaca que ‘a evolução prospectiva do hiato do produto e a dinâmica do mercado de trabalho serão muito relevantes para determinar a velocidade com que a inflação atingirá a meta’”, diz Nicolas Borsoi, economista-chefe da Nova Futura.
“Isto é, o Copom só mudará seus planos se a economia tiver uma desaceleração mais intensa, o que poderia levar à uma queda da inflação mais rápida, o que respingaria no processo de reancoragem das expectativas.”
Na agenda corporativa, destaque para a Assembleia de Credores da Americanas. A rede de varejo responsável por um dos maiores pedidos de recuperação judicial da história do Brasil.
A empresa anunciou na madrugada desta terça-feira que Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Banco da Amazônia e outros credores aceitaram acordo para apoiarem o plano de recuperação judicial da companhia, previsto para ir à votação em assembleia nesta tarde.
Além de BB e Caixa, “diversos outros detentores de títulos de valores mobiliários da companhia” também aderiram ao acordo. Com as novas adesões ao acordo de apoio, chamado pela Americanas de PSA, o plano de recuperação judicial da empresa conta com adesão de “parcela significativamente superior a 60% da dívida da companhia”.
No exterior, ainda repercutem falas de membros do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) sobre a decisão da semana passada de manter os juros americanos inalterados. Onte, falaram os presidentes das distritais de Cleveland e Chicago.
Loretta Mester, de Cleveland, acredita que os cortes de juros não vão acontecer no curto prazo, uma vez que a discussão central ainda é saber por quanto tempo os juros terão de ficar no patamar atual de 5,25% a 5,5%.
Austan Goolsbee, de Chicago, uma das vozes mais “dovish” do atual comitê do Fed, comemorou o progresso na inflação, mas disse ter ficado “confuso” com a reação do mercado à decisão de juros e à coletiva de imprensa do presidente Jerome Powell na semana passada.
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